quinta-feira, 16 de agosto de 2007
segunda-feira, 21 de maio de 2007
A Roupa e a Arquitetura
Antes de ler qualquer livro, antes de ir a qualquer lugar, me sento em frente ao computador e penso sobre tudo que queria que fosse meu TFG, em todas as pessoas que queria que ele abrangesse, em todo bem que eu queria q ele fizesse. Mania de arquiteto querer fazer mais que prédios, querer mudar lugares e pessoas com arquitetura, às vezes penso se isso é possível, às vezes acredito que sim, às vezes, eu só ando por aí...
Gostaria que meu TFG tivesse um "q" de coisas que realmente gosto, de coisas que realmente acredito e que eu faço só pelo prazer... E é impossível pensar nisso sem me deparar com a criação de roupas, de coisas, de uma moda que não está na moda, mas que exterioriza... Fico pensando, como misturar isso, com a casa das retortas, com a 25 de março, com o Brás, com o mercado municipal, com a pobreza e com a morte da região...
A moda, geralmente banalizada e tratada como frivolidade, não tem seu lado antropológico, psicológico, sociológico estético e ético analisado, Gilberto Freyre, sobre moda diz: Frívola coisa nenhuma! Em vários aspectos altamente complexa!
Agora é fato que a moda, influi e muito na arquitetura, assim como a arquitetura influência na moda,vários livros sobre o assunto, mostram essa relação, os modos e as modas, os costumes. Agora, analisar a relação arquitetura e roupa por outra uma visão, no âmbito do projeto é o que mais me interessa...
O projeto da roupa, o corte, a planta, os encaixes, o tecido... Misturam-se com os cortes a planta e a fachada da arquitetura, a escolha dos materiais pra que a obra saia como se imaginou, como se projetou é a mesma escolha para que a roupa tenha seu caimento perfeito...
Até agora é um discurso fácil, mas na hora de se aprofundar me faltam argumentos, me falta base, me falta até imaginação.
Gostaria que meu TFG tivesse um "q" de coisas que realmente gosto, de coisas que realmente acredito e que eu faço só pelo prazer... E é impossível pensar nisso sem me deparar com a criação de roupas, de coisas, de uma moda que não está na moda, mas que exterioriza... Fico pensando, como misturar isso, com a casa das retortas, com a 25 de março, com o Brás, com o mercado municipal, com a pobreza e com a morte da região...
A moda, geralmente banalizada e tratada como frivolidade, não tem seu lado antropológico, psicológico, sociológico estético e ético analisado, Gilberto Freyre, sobre moda diz: Frívola coisa nenhuma! Em vários aspectos altamente complexa!
Agora é fato que a moda, influi e muito na arquitetura, assim como a arquitetura influência na moda,vários livros sobre o assunto, mostram essa relação, os modos e as modas, os costumes. Agora, analisar a relação arquitetura e roupa por outra uma visão, no âmbito do projeto é o que mais me interessa...
O projeto da roupa, o corte, a planta, os encaixes, o tecido... Misturam-se com os cortes a planta e a fachada da arquitetura, a escolha dos materiais pra que a obra saia como se imaginou, como se projetou é a mesma escolha para que a roupa tenha seu caimento perfeito...
Até agora é um discurso fácil, mas na hora de se aprofundar me faltam argumentos, me falta base, me falta até imaginação.
domingo, 20 de maio de 2007
Marta de novo...
Hoje conversei com a Marta, pedi pra tirar uma foto dela... e ela me disse que estava muito desarrumada pra fotos... Insisti... Ela ajeitou o cabelo e ficou paradinha, com as mãos pra trás...Depois quis ver... e gostou... " Ficou bem boa né" é sim...Marta, a quanto tempo vc mora aqui?? "faz um tempão"... mas qtos anos? "8"... oito anos?? nessa calçada?? é minha filha... bem aqui...e sua familia? " é de longe..." Agradeci e fui embora...a Marta também foi...entrei pra casa... fazia frio naquela tarde...
quinta-feira, 17 de maio de 2007
A Marta...
Eu tenho uma vizinha q chama Marta, ela mora na calçada do lado do meu prédio... A marta fisicamente, lembra a minha mãe, mas só fisicamente... minha mãe é muito mais lúcida, muito mais limpa e tem infindáveis coisas que a Marta nao tem.
A Marta nao tem casa
A Marta não tem familia...
Olho pra Marta e sinto, que ela não tem perspectiva...
Tem duas coisas que a Marta gosta bastante... fumar e pentear o cabelo... depois se enfeitar com presilhas coloridas... nos dias animados, ela põe um véu branco em forma de laço, nos dias quentes, ela põe um véu azul e um óculos de sol combinando...Mas faça frio ou faça sol, Marta está sempre de jaqueta...Quando chove a Marta some... já perguntei pro porteiro, pra onde ela vai... ele não sabe... engraçado pensar que alguém tem que abandonar a casa nos dias de chuva...A calçada onde ela mora é toda enfeitada, ela decora o pequeno jardim, com pedacinhos de isopor, de vez enquando, arruma não sei onde uma areia branquinha pra por nos cantos... e protege com óleo queimado a base da sua árvore... Todo dia vejo a Marta e todo dia penso nela, é engraçado, mas ela faz parte do meu dia a dia, sinto por ela um certo carinho, estranho...uma certa responsabilidade...
A Marta nao tem casa
A Marta não tem familia...
Olho pra Marta e sinto, que ela não tem perspectiva...
Tem duas coisas que a Marta gosta bastante... fumar e pentear o cabelo... depois se enfeitar com presilhas coloridas... nos dias animados, ela põe um véu branco em forma de laço, nos dias quentes, ela põe um véu azul e um óculos de sol combinando...Mas faça frio ou faça sol, Marta está sempre de jaqueta...Quando chove a Marta some... já perguntei pro porteiro, pra onde ela vai... ele não sabe... engraçado pensar que alguém tem que abandonar a casa nos dias de chuva...A calçada onde ela mora é toda enfeitada, ela decora o pequeno jardim, com pedacinhos de isopor, de vez enquando, arruma não sei onde uma areia branquinha pra por nos cantos... e protege com óleo queimado a base da sua árvore... Todo dia vejo a Marta e todo dia penso nela, é engraçado, mas ela faz parte do meu dia a dia, sinto por ela um certo carinho, estranho...uma certa responsabilidade...
segunda-feira, 7 de maio de 2007
No onibus gosto de ver qto as pessoas carregam no bilhete unico,
No supermercado gosto de ver o que carregam no carrinho, imagino com quem pretendem jantar
Na rua, gosto de ver os sapatos...
Mania de sempre observar...
Eu, que sempre uso a mesma sandália, ando com o cartão zerado e como pão... muito pão...
No supermercado gosto de ver o que carregam no carrinho, imagino com quem pretendem jantar
Na rua, gosto de ver os sapatos...
Mania de sempre observar...
Eu, que sempre uso a mesma sandália, ando com o cartão zerado e como pão... muito pão...
segunda-feira, 30 de abril de 2007
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